Séries: vamos falar de “The OC”

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Oii gente!

Tudo bom? Hoje vou falar aqui um pouco sobre uma das séries que assisti recentemente e já virou uma das favoritas da vida: “The OC”.

A série gira em torno do Ryan, um menino que, por influência do irmão, decide roubar um carro junto com o mesmo e são pegos pela polícia. Como seu irmão, Trey, é maior de idade, vai para a cadeia, e Ryan passa a ser representado pelo advogado Sandy Cohen. Como é expulso de casa, o jovem vai passar o final de semana na casa dos Cohen, até que consigam resolver tal problema. Nesse curto período, ele fica amigo do Seth, que é o filho do Sandy e da Kristen, e Marissa, a vizinha.

Bom, não quero contar muito spoilers, mas posso dizer que tem muita confusão! A série conseguiu abordar temas bem atuais, e foi um sucesso quando foi lançada.

Uma coisa é certa; você vai se apaixonar pelo Seth. Ele é o típico nerd sem amigos, é superengraçado e adora ironia. Além do mais, não tem como não apreciar a amizade entre ele e o Ryan ao longo da série.

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Por fim, temos a Marissa. Tem gente que ama, tem gente que odeia (eu prefiro muito mais a Summer, mas aí é opinião de cada um rsrs). Enfim, a série é muito mais do que esses personagens. Poderia ficar horas aqui citando todos, mais vou focar mesmo na Summer. Sério, você pode não ir com a cara dela no primeiro episódio, mas em algum momento você vai amar ela, sério ❤

Todas as quatro temporadas estão disponíveis na Netflix. Agora é só fazer maratona e se apaixonar por Orange County ❤

Até a próxima,

Bjs

 

Resenha: Amy e Matthew, de Cammie McGovern

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Oi gente!

Tudo bem? No post de hoje vou falar de uma das minhas últimas leituras. Bom, queria ler esse livro há tempos, e posso dizer que valeu toda a espera. A escrita de McGovern é simplesmente apaixonante, e não tem como acabar “Amy e Matthew” sem aquele gostinho de quero mais. Se quiserem saber mais dessa incrível história, é só continuar lendo.

Nesse livro, somos apresentados a dois personagens: Amy e Matthew. Amy uma adolescente com paralisia cerebral, nunca teve amigos de verdade, além de estar sempre cercada de auxiliares pagos para ajudá-la com suas dificuldades. Em seu último ano escolar, a garota pede a mãe que contrate adolescentes para serem seus auxiliares. Entre eles, está Matthew, um menino com TOC que ela observava há um tempo, apesar de nunca terem sidos próximos. A partir daí, nasce uma relação sincera de amizade e algo a mais, no qual ambos tem medo de admitir, até isso começar a provocar efeitos em suas vidas.

Bom, poucos são os livros que retratam relações sinceras, sem tornar algo meloso ou irreal. Cammie McGovern traz a insegurança de ambos os lados, além de mostrar ao leitor que tudo pode acontecer na vida, seja destino ou não (quem leu o livro certamente irá entender). Na minha opinião, mais um livro a se acrescentar na lista dos quais jovens deveriam ler, uma vez que ensina a aprender com os erros. Apesar de não ter tido o final esperado, foi uma leitura rápida e prazerosa, da qual tenho certeza que lerei novamente 🙂

Até a próxima,

Bjss

Resenha: HQ “Maus”, de At Spiegelman

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Oi gente!

Tudo bom? No post de hoje vamos comentar um pouco sobre o quadrinho “Maus”, de Art Spiegelman.

Maus (“rato”, em alemão) narra a jornada de  Vladek Spiegelman, um judeu polonês que sobreviveu ao campo de concentração de Auschwitz. Sua história é contada pelo próprio filho, Art. O quadrinho é considerado um clássico contemporâneo, e foi publicado em duas partes: 1986 e 1991, respectivamente.

Nas mãos de Spiegelman, os judeus são retratados como ratos e os nazistas como gatos, poloneses não-judeus são porcos e americanos, cachorros. Tal recurso, somado ao preto e branco do quadrinho, reflete o espírito do livro: um relato que faz evidência a brutalidade da catástrofe do Holocausto, evitando o sentimentalismo.

Bom, desde que terminei de ler ‘Maus”, sabia que precisava falar sobre ele. O autor retratou o nazismo de uma maneira única, que prende e choca o leitor por meio das tiras. Uma leitura mais que recomendada para aqueles que querem saber um pouco mais da história.

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Duas coisas na obra me chamaram atenção:

1- Spiegelman retratou o pai (Vladek) como valoroso e  destemido, mas também racista e mesquinho. As duas últimas características mostram como ele se tornou aquilo que despezava.

2- o autor tomou cuidado para tratar toda a jornada de Vladek. Não se preocupou em mostrar apenas o campo, mas também suas relações e alianças feitas ao longo da trama.

Bom, espero que tenham gostado 🙂 Acredito que obras sobre o Holocausto sejam de extrema importância, sejam elas filmes, livros, séries ou quadrinhos.

Bjs

Resenha: Juntando os pedaços, de Jennifer Niven + 2 anos de blog

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Oii gente!

Então, hoje, 21 de janeiro, o blog comemora dois anos!! Gostaria de agradecer a aqueles que leem o blog e acompanham os posts. E que venham mais e mais anos de filmes, livros e séries no A Fantástica Estante da Rafa.

Para comemorar resolvi resenhar um livro muito especial de uma das minhas autoras preferidas atualmente, a Jennifer Niven ❤ A escritora, além de escrever livros INCRÍVEIS, é um amor de pessoa, sempre carinhosa com seus leitores em suas redes sociais. Jennifer, Brazil loves you! You´re amazing!

A autora adora trazer temas delicados em seus livros, e nesse não foi diferente, abordando prosopagnosia e obesidade.

Jack é popular, atraente e namora a garota mais desejada da escola. Quem vê seu jeito leve e arrogante, nem imagina o segredo que guarda. Jack tem prosopagnosia, doença que o impede de reconhecer o rosto das pessoas, até mesmo de amigos e familiares. Por isso, aprendeu a usar marcas identificadoras para reconhecer cada pessoa, como cor de pele e tipo de cabelo. Porém, por não compartilhar tal doença, o garoto vive cheio de inseguranças e incertezas.

Libby já foi considerada a garota mais gorda dos Estados Unidos e, desde pequena, sofria bullying de seus colegas de classe. Mas, tudo se torna mais difícil, com a morte de sua mãe aos 10 anos, onde o pânico e o medo da morte dominaram sua vida, encontrando na comida uma forma de aliviar sua dor. Trancada em casa e com medo do mundo, Libby teve que ser resgatada de sua própria casa, com o objetivo de se submeter a ajuda especializada. Mesmo com todo o ódio gratuito, Libby resolve emagrecer e, após perder 140 kg, a garota decide que quer sua vida normal de volta. Porém, ninguém disse que sobreviver ao ensino médio era fácil, ainda mais obtendo tal histórico.

Um incidente faz com que a vida desses dois jovens se cruzem, mudando totalmente seus destinos.

Juntando os pedaços é narrado pelos dois pontos de vista, mostrando realidade de um adolescente popular e de uma vítima de bullying constantemente. Na história, percebemos que os piores inimigos de Jack e Libby viviam dentro de suas próprias mentes e na barreira criada devido às suas diferenças. Foi simplesmente incrível ver esse amadurecimento dos personagens. Por fim, o livro ainda passa um grande ensinamento, fazendo tal história ficar marcada em nossos corações.

Alguém precisa de você. Não tenha medo de deixar o castelo. Tem um mundo enorme e maravilhoso lá fora.

Enfim, espero que tenham gostado!

Até a próxima,

Bjss

Resenha: “Para todos os garotos que já amei”, de Jenny Han

Oii gente!

Tudo bem? Hoje vamos falar sobre “Para todos os garotos que já amei”, da Jenny Han.

Lara Jean guarda suas cartas de amor em uma caixa azul-petróleo que ganhou da mãe. Não são cartas que ela recebeu de alguém, mas que ela mesma escreveu. Uma para cada garoto que amou — cinco ao todo. São cartas sinceras, sem joguinhos nem fingimentos, repletas de coisas que Lara Jean não diria a ninguém, confissões de seus sentimentos mais profundos. Até que um dia essas cartas secretas são misteriosamente enviadas aos destinatários, e de uma hora para outra a vida amorosa de Lara Jean sai do papel e se transforma em algo que ela não pode mais controlar.” – orelha do livro.

Bom, sabe aquele livro que te surpreende? Bom, já posso colocar esse romance na categoria. Ao ler a sinopse, pensei em uma história completamente diferente, o que foi uma boa surpresa.

Na obra, Lara se vê em um “namoro fake” para poder mostrar aos garotos que receberam tais cartas de que faz muito tempo que as escreveu, e que não nutre mais tais sentimentos por eles. Porém, isso só confunde mais seu coração, deixando-a confusa e sem saída.

Preciso dizer que amei? A autora retrata os acontecimentos de forma envolvente, fazendo com que o leitor queira correr para a livraria mais próxima para garantir o último livro dessa duologia.

Até a próxima,

Bjs

PS: Um agradecimento especial à Maísa, que insistiu para que eu lesse. Obrigada ❤

Resenha: “Todo dia” de David Levithan

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Oii gente!

Tudo bem? Então, estou super animada para falar desse livro. “Todo dia”, do David Levithan, foi um dos livros que mais me marcaram em 2016, e chegou a hora de compartilhá-lo com vocês.

Nesse livro, somos apresentados a A. Toda manhã, A acorda em um corpo diferente, independente do lugar, gênero ou personalidade. Então, por 24 horas, A precisa se adaptar ao seu novo corpo. Depois de 16 anos vivendo assim, A aprendeu a seguir as próprias regras: não interferir ou se envolver. Porém, tudo muda quando amanhece no corpo de  Justin e conhece Rhiannon, sua namorada. A partir desse acontecimento suas prioridades mudam. Assim, lutando para se reencontrarem a cada dia, A e Rhiannon precisam questionar tudo em nome do amor.

Bom, esse livro é absolutamente incrível. Acredito que essa possa ser a única palavra capaz de definir um livro tão extraordinário. Conhecia o trabalho do autor apenas por “Will and Will”, livro em parceria com John Green e de que não tinha gostado tanto. Com esse livro, passei a apreciar mais a escrita do autor.

Na minha opinião, um dos pontos mais positivos do livro foi a personagem Rhiannon. Ao meu ver, o autor resolveu colocar toda humanidade nessa personagem. Ao longo da história vemos seus medos, suas desconfianças e suas alegrias. Levithan resolve mostrar que ninguém é perfeito.

Um livro altamente recomendado para todas as ocasiões. Vou dizer mais uma vez: in crível ❤

Até a próxima,

Bjs

 

 

Resenha: “O Menino no Alto da Montanha”, de John Boyne

Olá gente!!

Tudo bem? Então, no post de hoje vou falar um pouquinho de um dos livros que li recentemente e que simplesmente amei. Sabe quando você termina um livro e precisa imediatamente de alguém para conversar sobre? Então, isso aconteceu com esse livro do John Boyne (que, aliás, não é nenhuma novidade. Vamos combinar que as histórias dele são incríveis!).

“Quando fica órfão, Pierrot é obrigado a deixar sua casa em Paris para recomeçar a vida com sua tia Beatrix, governanta de uma mansão no alto das montanhas alemãs. Porém, essa não é uma época qualquer: estamos em 1936, e a Segunda Guerra Mundial se aproxima. E essa não é uma casa qualquer: seu dono é Adolf Hitler. Logo Pierrot se torna um dos protegidos do Führer e se junta à Juventude Alemã. Mas o novo mundo que se abre ao garoto fica cada vez mais perigoso, repleto de medo, segredos e traição – e talvez ele nunca consiga escapar.” – sinopse da obra publicada pela Companhia das Letras.

Bom, o que falar desse livro? Tenho uma paixão muito funda por livros ambientados em períodos de guerra e, como tenho interesse pela Segunda Guerra Mundial e já tinha lido outro livro do autor e tinha amado (Alô, O Menino do Pijama Listrado <3), resolvi me aventurar e ler a obra. Uma coisa posso assegurar: não houve nenhum arrependimento.

Acredito que, assim como em outros livros de sua autoria, John Boyne gosta de tratar a inocência que se tem na infância, podendo-se observar isso tanto em O Menino no Alto da Montanha quanto em O Menino do Pijama Listrado.

É claramente relatado no livro como a presença de Führer alterou a vida do menino Pierrot. Antes despreocupado e alegre, o menino possuía até um amigo judeu, porém, ao chegar no alto da montanha, sua personalidade foi se tornando como a de um verdadeiro soldado, sempre fazendo tudo que o Führer manda, adorando-o a ponto de entregar sua tia Beatrix, que possui um final infeliz.

Bom, tudo que tenho a dizer é: leia, leia, leia e LEIA! Esse livro merece ser discutido e analisado diversas e diversas vezes. Afinal, assim como em todas as histórias de Boyne, essa é completamente imperdível ❤

Bjs

Bienal Internacional do Livro de São Paulo 2016

Oii gente!

É com muita (mas muita mesmo) alegria que venho falar aqui no blog sobre a Bienal de São Paulo desse ano!

Pude conferir um pouco do evento no dia 27 de agosto e só tenho algo a dizer: posso ficar lá para sempre? É o paraíso para qualquer fã de livros!

Bom, não preciso dizer que o local é gigante, não é? Tinha tanta (mas tanta) coisa para fazer que, num primeiro momento, fiquei até perdida, rsrs

A editora Rocco, para a felicidade eterna dos potterheads, montou a estação King Kross (para aqueles perdidos: é “somente” a estação de trem onde o Harry passa para a plataforma 9 1/2 – no filme é 3/4, mas vamos seguir o livro, não é?).

Além disso, teve encontrinho de booktubers. Lá, pude conhecer o gnomo Klébio Damas, do canal Mundo Paralelo, o Victor do Geek Freak e a Thais do TheBookDilemma (e sério, todos são muito simpáticos 🙂 )

BOOOM, vou colocar aqui algumas fotinhos do evento para vocês terem um pouco de noção de como é mara essa Bienal ❤

                    

     

                     

Espero que vocês tenham gostado 🙂

Bjss e até a próxima

 

Texto: “I´ll be there for you”

Você está vagando pelo Netflix. Quer dar uma pausa no episódio da série que está assistindo ou procura algo novo para ver. Aí surge aquela série que você nunca pensou em assistir e resolve dar uma chance a ela, sem muitas expectativas. Quando vê, já está tão viciado nela que acompanha páginas e shippa casais. Até que ela acaba.

Bom, esse é o famoso ciclo vicioso de todo seriador. E aconteceu comigo quando fui assistir Friends. Foi a primeira série de comédia que eu assisti, e juro que só vi o primeiro episódio por causa da Jennifer Aniston. E aí começou o meu amor por essa série.

Shippei Ross e Rachel, Monica e Chandler, Phoebe e Joey (até você descobrir que eles não tem NADA em comum, são apenas amigos) e torci para que dessem certo no final. Foi criado um vínculo tão forte com esses personagens e os considero meus amigos.

Tomei café no Central Perk, toquei violão com a Phoebe, conversei com a Rachel e a Monica, ri das piadas do Chandler, zoei Ross pelos três divórcios e ainda rolou o clima com o Joey (How you doin’?) rsrs

Foi formada uma família. E eu não vou abandoná-la nunca. Afinal, é aquela série que você nunca esquece.

“I’ll be there for you cause you’re there for me to”❤

Resenha: filme “Um Homem Entre Gigantes”

Um Homem Entre Gigantes : Poster

Oi gente!

Bom, no post de hoje vamos comentar sobre o filme lançado este ano do Will Smith, “Um Homem Entre Gigantes” (ou “Concussion” em inglês). Infelizmente só pude ver o longa no meio do ano, mas valeu completamente a pena 🙂

Dr. Bennet Omalu (Will Smith) é um neuropatologista forense. O nigeriano migrou para os Estados Unidos e se estabiliza em Pittsburgh, sede do forte time de futebol americano Steelers. Durante a autópsia do  jogador americano Mike Webster (David Morse) fica intrigado com a ausência de sinais mais evidentes da causa de sua morte.. Ao resolver investigar o caso, descobre que os diversos choques de cabeça sofridos durante as partidas de futebol americano causam a encefalopatia traumática crônica (ETC). A partir de então, o médico trava uma grande batalha contra a National Football League (NFL), que se recusa a admitir a doença.

Um Homem Entre Gigantes : Foto Alec Baldwin, Will Smith

A trama, que relata um fato real, deixa o espectador ansioso para saber o que ocorre em seguida, já que o longa possui muitas cenas de tensão. Will Smith simplesmente entrou com tudo no personagem, como podemos perceber em sua impecável atuação.

Então, quem aí já viu o filme? Coloca aqui nos comentários o que vocês acharam de “Um Homem entre Gigantes”.

Até mais,

Bjs

Trailer: